Videos

Uma selecção de vídeos, de pessoas não relacionadas com o MCDP mas com cujos pontos concordamos, mesmo que não totalmente, ou que pelo menos consideramos que valem a pena partilhar.

 

A história da Ratolândia

A fábula de Mouseland (em português “Ratolândia”), criada pelo político e sindicalista social-democrata Canadiano Clarence Gillis e depois popularizada em vários discursos pelo seu colega de partido Tommy Douglas. Esta fábula relaciona-se com um dos problemas da nossa democracia somente representativa: acabar com rotativismos de “gatos gordos”. É por isto (entre outras coisas) que defendemos a passagem para uma democracia semidirecta

 

Porque o MCDP é contra a situação mas também o revolucionismo

O MCDP diferencia-se completamente de umas “maltas giras” de aspirantes a vanguardistas revolucionários, que só querem o direito de protesto (que ante uma elite que não quer ouvir e que nem precisa da maioria do povo para o manter, é pouco mais que o direito de falar, falar, falar e não ser ouvido), e que usam o povo, os nossos compatriotas, os nossos concidadãos, como simples “carne para canhão” em manifestações e greves para que possam conquistar o poder no lugar dos que hoje lá estão. Nos queremos realmente envolver o povo e trazer verdadeira mudança, e não só um corte no período histórico. Exemplificando o que dizemos:

Juan Miranda: O que é isto?

Sean Mallory: É um mapa. (Juan deita-se em cima do mapa) É o teu país em que estás deitado por todo o lado, aí…

Juan Miranda: Não é o meu país, o meu país é… eu e a minha família.

Sean Mallory: O teu país também é Huerta+, o governador, os latifundiários, Günther, Luis++ e os seus sequazes. É uma revolução o que estamos a ter aqui.

Juan Miranda: Revolução?! Por favor, não tentes contar-me sobre revoluções!, eu sei tudo sobre as revoluções e como elas começam. A gente que lê os livros!, vai à gente que não lê livros, que são gente pobre, e dizem-lhes, “Oh, oh!, o tempo chegou de ter uma mudança!”

Sean Mallory: Shhhh!

Juan Miranda: SH! SH SH! SH ! M**DA! SHU! Eu sei do que falo quando estou a falar sobre as revoluções! (olha em redor para ver se alguém ouviu. Continua, a sussurrar) A gente que lê os livros vai aos pobres que não podem ler livros, e dizem-lhes “Temos de ter uma mudança!” Assim a gente pobre faz a mudança, huh? E depois a gente que lê livros, sentam-se todos em redor de grandes mesas polidas, e eles falam e falam e falam e comem e comem e comem, e o que aconteceu com a gente pobre? ESTÃO MORTOS! (pausa) Essa é a tua revolução!… (pausa) Sh!… (pausa) Assim, por favor… não me contes sobre revoluções. (pausa. Juan tenta deitar-se mas volta a levantar-se) e depois o que se passa? A mesma coisa do ca**lho começa outra vez! (Juan volta a deitar-se, desta vez, de vez)

Sean atira o livro que estava a ler, O Patriotismo de Mikhail Bakúnine, para o meio da terra e da lama

(cena do filme Aguenta-te Canalha, de Sergio Leone)

Notas da cena:

+ Victoriano Huerta, Presidente Mexicano da altura da Revolução Mexicana

++ dois outros personagens deste filme, que estão do lado contra-revolucionário

 
A opinião de Arnaldo Matos (ex-PCTP-MRPP) sobre a situação da dívida pública

 

Compreender a Dívida Pública (em poucos minutos)

 

Cortar nas gorduras (opinião de Rui Moreira, actual Presidente da Câmara do Porto, dirigente associativo empresarial, ex-Soarista, e presidente do Associação Comercial do Porto e do Conselho de Administração da Sociedade de Reabilitação Urbana do Porto (Porto Vivo, SRU))

Se for para cortar em “gorduras do Estado”, que seja para cortar nestas:

 

Princípios e práticas da economia cooperativa

Como criar e gerir uma cooperativa. Não só o cooperativismo económico é um modelo para uma economia alternativa que em princípio defendemos, mas ainda tem um funcionamento bastante semelhante ao funcionamente do modelo de democracia por nós proposto

 

A intervenção do cidadão na definição de políticas

Era no Brasil de 1988 e da definição da constituição depois de 24 anos de ditadura militar, mas podia ser o Portugal de 2013 a procurar novos caminhos depois de 39 anos de democracia representativa estatista e clientelista que já está gasta. Uma lição de cidadania e democracia que se mantêm actual, e um modelo de intervenção da cidadania que se deve manter todos os dias, mesmo fora de períodos “especiais” como os de transições políticas e de definições de regime (embora, apesar de os agentes políticos não perceberem, este momento seja um momento de transição política e definição de regime, ou pelo menos o momento antes disso ser entendido pelas elites)


 

 
Embora a política do governo Conservador-Liberal-Democrata não seja propriamente exemplar, este discurso é um bom modelo para a política futura: democracia mais direta e mais informada; participação e descentralização; e Índice de felicidade em vez de PIB (só versão em Inglês por agora)

 
É preciso achar formas de contrariar a apatia cidadã. Isto pode dar umas luzes sobre problema e possíveis soluções.

Anúncios